Aqui encontra assuntos sobre aventura; orientação; triatlo; corrida e muito mais. Também podemos abordar temas sobre política, economia, contabilidade, etc. Pergunte que eu dou a minha opinião!
Pesquisar neste blogue
domingo, 19 de abril de 2009
ÚLTIMOS FINS DE SEMANA
Nos últimos fins de semana tenho andado com os durosdopedal. O grupo está fortíssimo e cada vez se sofre mais para aguentar a roda. Os passeios já ultrapassam os 100 Kms e as médias começam a aproximar-se dos 30 kms/hora. Na semana passada, apesar de ser Domingo de Páscoa, apareceram cerca de 20 elementos e no final o meu ciclometro contou 120 Kms. Hoje, dia 19/04, eram cerca de 40 no grupo, isto de início porque depois a coisa foi-se complicando e como os andamentos não são homogéneos, quando as subidas aparecem o grupo vai-se desfazendo. Quem gostar de se divertir e dar uns bons passeios aos domingos é só aparecer. o TÓ Monteiro dá as informações no blog. www.durosdopedal.blogspot.com . Apareçam que é giro!
segunda-feira, 23 de março de 2009
TRIATLO DO RIBATEJO
O dia 21 de Março traduziu-se em mais um dia grande para o Triatlo. Decorreu o II triatlo do Ribatejo entre Alpiarça, (barragem dos Patudos) e Santarém e estiveram presentes três centenas de participantes o que tornou esta prova a mais participada até hoje em Portugal.
Marcaram presença além dos grandes nomes nacionais, como Vanessa Fernandes, Annais Moniz, Bruno Pais, João Pereira, João Silva, etc ainda vários atletas Espanhóis e alguns atletas da selecção Russa que se encontram a estagiar em Rio Maior com vista à participação na Taça da Europa de Quarteira.
Os vencedores foram os meus amigos Bruno Pais nos homens e Vanessa Fernandes nas senhoras do Benfica e colectivamente venceu a minha equipa, Olimpico de Oeiras.
Esta prova marcou também o meu regresso à competição após uma intervenção cirurgica. Gostei muito da minha participação e da disputa com o meu amigo e colega de equipa Pedro Silva.
Nadei um pouca abaixo das minhas expectativas, mas fiz uma boa bicicleta o que levou a que na chgada a Santarém estava junto do Pedro e vaticinei logo uma disputa para a corrida. Assim logo na transição tentei ser rápido e partir dentro das minhas possibilidades sem forçar, para não afectar o joelho. O Pedro também não arrancou rápido devido a pricípio de caimbras. Ao meio da primeira volta estávamos muito próximos e o Pedro olhou pelo canto do olho para ver se eu tinha desarmado. Não consegui conter o riso e aproximei-me dele. -Macaco... diz ele e lá andámos um poucpo juntos, mas como a adrenalina já estava ao máximo, tentei dar uma sapatada, e lá vai outra vez o Pedro áh velho do caraças... e eu cada vez com mais força e lá ía dando os meus esticões até que na parte final e para não entrar em euforias e estragar tudo, abrandei um pouco.
Gostei e obrigado Pedro pelo picanço, mas eu ainda não estou em condições.
Marcaram presença além dos grandes nomes nacionais, como Vanessa Fernandes, Annais Moniz, Bruno Pais, João Pereira, João Silva, etc ainda vários atletas Espanhóis e alguns atletas da selecção Russa que se encontram a estagiar em Rio Maior com vista à participação na Taça da Europa de Quarteira.
Os vencedores foram os meus amigos Bruno Pais nos homens e Vanessa Fernandes nas senhoras do Benfica e colectivamente venceu a minha equipa, Olimpico de Oeiras.
Esta prova marcou também o meu regresso à competição após uma intervenção cirurgica. Gostei muito da minha participação e da disputa com o meu amigo e colega de equipa Pedro Silva.
Nadei um pouca abaixo das minhas expectativas, mas fiz uma boa bicicleta o que levou a que na chgada a Santarém estava junto do Pedro e vaticinei logo uma disputa para a corrida. Assim logo na transição tentei ser rápido e partir dentro das minhas possibilidades sem forçar, para não afectar o joelho. O Pedro também não arrancou rápido devido a pricípio de caimbras. Ao meio da primeira volta estávamos muito próximos e o Pedro olhou pelo canto do olho para ver se eu tinha desarmado. Não consegui conter o riso e aproximei-me dele. -Macaco... diz ele e lá andámos um poucpo juntos, mas como a adrenalina já estava ao máximo, tentei dar uma sapatada, e lá vai outra vez o Pedro áh velho do caraças... e eu cada vez com mais força e lá ía dando os meus esticões até que na parte final e para não entrar em euforias e estragar tudo, abrandei um pouco.
Gostei e obrigado Pedro pelo picanço, mas eu ainda não estou em condições.
domingo, 15 de março de 2009
Mais um Domingo com os DurosdoPedal
Os duros do pedal não perdoam. Todos os Domingos, com início em Massamá, (8:30h) dá-se início à etapa. O grupo junta sempre mais de 30 atletas e alguns teem bastante nível. Eu como só apareço de vez em quando a coisa torna-se muito mais dura!
Hoje (15/03), a volta tinha cerca de 110 Kms. Foi um percurso engraçado mas, para mim, bastante duro. Nas subidas custa, mas o difícil é mesmo aguentar o grupo a rolar ou a descer... é que nas subidas cada um vai como pode!!!!
Assim e se tiverem mais curiosidade ou se quiserem aparecer convido-os a visitarem www.durosdopedal.blogspot.com .
Um abraço e até para a Semana no Triatlo do Ribatejo.
Hoje (15/03), a volta tinha cerca de 110 Kms. Foi um percurso engraçado mas, para mim, bastante duro. Nas subidas custa, mas o difícil é mesmo aguentar o grupo a rolar ou a descer... é que nas subidas cada um vai como pode!!!!
Assim e se tiverem mais curiosidade ou se quiserem aparecer convido-os a visitarem www.durosdopedal.blogspot.com .
Um abraço e até para a Semana no Triatlo do Ribatejo.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Fim De Semana "DURO".
Após um longo interregno, devido a intervenção cirurgica, (nem tenho dado vida a este blog), cá estou de novo, e com muita garra!
No fim de semana passado, já mostrei um ar de graça. Fui fazer um treino, para mim puxadíssimo, com os durosdopedal. Foram 100 Kms sempre a bombar. Têm por lá pessoal fortíssimo, andam que se fartam. Resguardei-me quanto pude, mas mesmo assim sofri à grande.
Os Durosdopedal são um grupo que se junta todos os Domingos de manhã no xafariz de Massamá , com passagem pelo Algueirão, para fazerem 100 ou mais Kms.
É um grupo de gente bem disposta, muito engraçado e divertido. No último FS eram cerca de 30 indivíduos e quase todos bem montados. Andam que se fartam, mas para a próxima também quero participar na festa, não quero apenas servir de bombo.
Um abraço e até já!!!!
Após um longo interregno, devido a intervenção cirurgica, (nem tenho dado vida a este blog), cá estou de novo, e com muita garra!
No fim de semana passado, já mostrei um ar de graça. Fui fazer um treino, para mim puxadíssimo, com os durosdopedal. Foram 100 Kms sempre a bombar. Têm por lá pessoal fortíssimo, andam que se fartam. Resguardei-me quanto pude, mas mesmo assim sofri à grande.
Os Durosdopedal são um grupo que se junta todos os Domingos de manhã no xafariz de Massamá , com passagem pelo Algueirão, para fazerem 100 ou mais Kms.
É um grupo de gente bem disposta, muito engraçado e divertido. No último FS eram cerca de 30 indivíduos e quase todos bem montados. Andam que se fartam, mas para a próxima também quero participar na festa, não quero apenas servir de bombo.
Um abraço e até já!!!!
sábado, 10 de janeiro de 2009
A minha primeira MARATONA
Hoje vou descrever a minha primeira experiência na maratona.
Introdução: Quando acabei os estudos, pensei num grande desafio. Como já praticava atletismo e tinha várias participações em meias maratonas, pensei que um grande desafio, seria encarar a participação numa maratona e a de Lisboa teria lugar no final desse ano, que foi 1988. Quem diria que já decorreram 21 anos.
Então foi asssim:
Preparação:
As minhas férias laborais estavam marcadas para Agosto. A minha mulher encontrava-se a trabalhar e como eu não ía para fora sózinho, iniciei a preparação a maratona. Comecei de uma forma suave, passei de treinos diários para bidiários, uma a duas vezes por semana. Fui aumentando quer o tempo, quer a intensidade dos treinos. Depois comecei a fazer treinos mais longos ao fim de semana, de 1h40 minutos, 1h50 minutos e fui até às duas horas de treino. Fiz este tipo de treino durante três meses, chegando a fazer 120 kms por semana.
Embora já tivesse muitos anos de prática, a minha experiência técnica de treino era reduzida. Os ritmos, as cargas, as intensidades eram conceitos que não dominava. Os ciclos e mesociclos, os planos de treino, etc, vieram depois com a teoria e prática adquirida nos cursos que fui frequentando ao longo dos anos.
Fazia vários treinos acompanhado, principalmente os treinos longos, por amigos que também se estavam a preparar com o mesmo fim.
Nunca fiz muito trabalho específico, mas consegui descobrir o meu ritmo óptimo.
Li vários artigos e entrevistas de praticantes da modalidade e segui alguns conselhos.
Ou seja: Fiz alguma preparação psicológica, tive cuidados com a alimentação e com a hidratação, antes e durante a prova.
Fiz a dieta hiperglúcida ou escandinava na semana que antecedeu a prova, que me foi muito útil e nunca mais abandonei na preparação para as maratonas.
Sensações: Sempre me senti bem na preparação embora nos primeiros tempos de adaptação, tivesse acusado algum stress. Acordava de noite e não conseguia dormir devido ao cansaço. Na semana que antecede a prova, principalmente nos primeiros dias, sentia muito desconforto devido á quase ausência de hidratos de carbono na alimentação, sentia dores musculares e fome, apesar de comer imensa salada, carnes e peixes grelhados.
A maratona:
No dia da prova levantei-me cedo, cerca das 6H da manhã. Comi bem e bebi. Massa cozida com um pouco de azeite e alho e bebi àgua, depois comi uma peça de fruta e bebi chá.
Desloquei-me para o local da prova, Jerónimos em Lisboa. Estava uma manhã agradável apesar de ser início de Dezembro. Céu encoberto, mas não chovia nem estava frio.
Fiz um pequeno aquecimento e às 9:00h foi dada a partida para os cerca de 600 participantes. Era de facto a minha primeira grande aventura. Não fazia a menor ideia do meu valor, que tempo final poderia fazer embora já tivesse realizado tempos interessantes em meias-maratonas. Sentia um misto de ansiedade, receio, ambição e insegurança. Mas também não era o tempo final que mais me preocupava, queria sim era acabar bem.
Um dos meus companheiros de treino, que também participou, tinha feito no ano anterior, menos de 2:35, portanto eu tinha aquela referência como grande objetivo. Até porque ele não me fugia nos treinos e a ideia era andarmos juntos na prova.
Após a partida juntámo-nos a um grande grupo, cerca de 15 atletas, mas eu andei sempre resguardado na parte de traz do grupo. O percurso era entre Algés e Terreiro do Paço terminando nos Jerónimos, duas voltas. Na segunda metade da prova, depois da meia maratona, começou a chover e fazia-se sentir algum vento que dificultava a progressão. O grupo começava a ficar mais reduzido. O meu amigo começou a ceder e eu disse-lhe: - Faz um esforço agora para não descolarmos do grupo, porque com o vento que está se ficamos sózinhos não conseguimos acabar. Ele disse-me: - Vai tu que eu não consigo. Ainda insisti, mas quando olhei para traz ele já lá não vinha. Eu lá fui,
ìa confortável, descontraído e com a moral em alta. O vento, cada vez era mais forte e por vezes obrigava-nos a tropeçar uns nos outros. O grupo ficava instável e sugiam alguns comentários e animosidades entre os atletas. O esforço já era muito, a lucidez começava a faltar e o pessoal não queria trabalhar. Ouviam-se comentários do género – vocês não sabem correr! Vejam lá se também puxam! Mas lá fomos andando até ao último retorno que se situava no Terreiro do Paço. Estavam cerca de 35 kms percorridos e a partir dali o vento passava a estar a favor. O grupo que tinha sido enorme, encontrava-se reduzido a 7 elementos. Sentia-me muito bem, apesar de estar sempre a pensar no “muro” dos 30 kms que nunca mais aparecia.
Então pensei: - Bom já só faltam 7 Kms! Afinal não há muro nenhum, agora só me param nos Jerónimos e lá mudei de ritmo, arranquei por ali fora! Imprimi um ritmo forte e só um companheiro do grupo me acompanhou, foi o Henrique Helder. Fui aumentando cada vez mais o ritmo, estava altamente motivado porque ía passando outros atletas que entretanto quebravam. Aos 40 kms já estava sózinho e ainda muito bem, nem queria acreditar. Estava quase a acabar a minha primeira maratona, num tempo excepcional e sem me “doer” nada. Concluí a maratona em crescendo com o tempo de 2:32:25, fabuloso para primeira vez, 20º lugar da Geral. Sorte de principiante que nos dias que correm dava para Top 5, quem diria heim!
Dicas:
Nunca esquecer: O difícil não é a maratona, o difícil é treinar para ela.
A recuperação é mais importante que o treino.
Ou seja: A maratona não custa desde que estejamos bem preparados. Desde que tenhamos uma ideia muito próxima e real do que valemos, saibamos encontrar o nosso ritmo de passada óptimo, em termos de economia de esforço. Não sejamos demasiado ambiciosos, mesmo depois de muita experiência. Tenhamos cuidado com a hidratação, antes e durante a prova. É também muito importante: Escolher um bom sapato e equipamento.
Por fim, não descurar a recuperação pós prova. Uma semana de pouco treino e um mês sem competir.
Agora coragem e boa sorte.
Introdução: Quando acabei os estudos, pensei num grande desafio. Como já praticava atletismo e tinha várias participações em meias maratonas, pensei que um grande desafio, seria encarar a participação numa maratona e a de Lisboa teria lugar no final desse ano, que foi 1988. Quem diria que já decorreram 21 anos.
Então foi asssim:
Preparação:
As minhas férias laborais estavam marcadas para Agosto. A minha mulher encontrava-se a trabalhar e como eu não ía para fora sózinho, iniciei a preparação a maratona. Comecei de uma forma suave, passei de treinos diários para bidiários, uma a duas vezes por semana. Fui aumentando quer o tempo, quer a intensidade dos treinos. Depois comecei a fazer treinos mais longos ao fim de semana, de 1h40 minutos, 1h50 minutos e fui até às duas horas de treino. Fiz este tipo de treino durante três meses, chegando a fazer 120 kms por semana.
Embora já tivesse muitos anos de prática, a minha experiência técnica de treino era reduzida. Os ritmos, as cargas, as intensidades eram conceitos que não dominava. Os ciclos e mesociclos, os planos de treino, etc, vieram depois com a teoria e prática adquirida nos cursos que fui frequentando ao longo dos anos.
Fazia vários treinos acompanhado, principalmente os treinos longos, por amigos que também se estavam a preparar com o mesmo fim.
Nunca fiz muito trabalho específico, mas consegui descobrir o meu ritmo óptimo.
Li vários artigos e entrevistas de praticantes da modalidade e segui alguns conselhos.
Ou seja: Fiz alguma preparação psicológica, tive cuidados com a alimentação e com a hidratação, antes e durante a prova.
Fiz a dieta hiperglúcida ou escandinava na semana que antecedeu a prova, que me foi muito útil e nunca mais abandonei na preparação para as maratonas.
Sensações: Sempre me senti bem na preparação embora nos primeiros tempos de adaptação, tivesse acusado algum stress. Acordava de noite e não conseguia dormir devido ao cansaço. Na semana que antecede a prova, principalmente nos primeiros dias, sentia muito desconforto devido á quase ausência de hidratos de carbono na alimentação, sentia dores musculares e fome, apesar de comer imensa salada, carnes e peixes grelhados.
A maratona:
No dia da prova levantei-me cedo, cerca das 6H da manhã. Comi bem e bebi. Massa cozida com um pouco de azeite e alho e bebi àgua, depois comi uma peça de fruta e bebi chá.
Desloquei-me para o local da prova, Jerónimos em Lisboa. Estava uma manhã agradável apesar de ser início de Dezembro. Céu encoberto, mas não chovia nem estava frio.
Fiz um pequeno aquecimento e às 9:00h foi dada a partida para os cerca de 600 participantes. Era de facto a minha primeira grande aventura. Não fazia a menor ideia do meu valor, que tempo final poderia fazer embora já tivesse realizado tempos interessantes em meias-maratonas. Sentia um misto de ansiedade, receio, ambição e insegurança. Mas também não era o tempo final que mais me preocupava, queria sim era acabar bem.
Um dos meus companheiros de treino, que também participou, tinha feito no ano anterior, menos de 2:35, portanto eu tinha aquela referência como grande objetivo. Até porque ele não me fugia nos treinos e a ideia era andarmos juntos na prova.
Após a partida juntámo-nos a um grande grupo, cerca de 15 atletas, mas eu andei sempre resguardado na parte de traz do grupo. O percurso era entre Algés e Terreiro do Paço terminando nos Jerónimos, duas voltas. Na segunda metade da prova, depois da meia maratona, começou a chover e fazia-se sentir algum vento que dificultava a progressão. O grupo começava a ficar mais reduzido. O meu amigo começou a ceder e eu disse-lhe: - Faz um esforço agora para não descolarmos do grupo, porque com o vento que está se ficamos sózinhos não conseguimos acabar. Ele disse-me: - Vai tu que eu não consigo. Ainda insisti, mas quando olhei para traz ele já lá não vinha. Eu lá fui,
ìa confortável, descontraído e com a moral em alta. O vento, cada vez era mais forte e por vezes obrigava-nos a tropeçar uns nos outros. O grupo ficava instável e sugiam alguns comentários e animosidades entre os atletas. O esforço já era muito, a lucidez começava a faltar e o pessoal não queria trabalhar. Ouviam-se comentários do género – vocês não sabem correr! Vejam lá se também puxam! Mas lá fomos andando até ao último retorno que se situava no Terreiro do Paço. Estavam cerca de 35 kms percorridos e a partir dali o vento passava a estar a favor. O grupo que tinha sido enorme, encontrava-se reduzido a 7 elementos. Sentia-me muito bem, apesar de estar sempre a pensar no “muro” dos 30 kms que nunca mais aparecia.
Então pensei: - Bom já só faltam 7 Kms! Afinal não há muro nenhum, agora só me param nos Jerónimos e lá mudei de ritmo, arranquei por ali fora! Imprimi um ritmo forte e só um companheiro do grupo me acompanhou, foi o Henrique Helder. Fui aumentando cada vez mais o ritmo, estava altamente motivado porque ía passando outros atletas que entretanto quebravam. Aos 40 kms já estava sózinho e ainda muito bem, nem queria acreditar. Estava quase a acabar a minha primeira maratona, num tempo excepcional e sem me “doer” nada. Concluí a maratona em crescendo com o tempo de 2:32:25, fabuloso para primeira vez, 20º lugar da Geral. Sorte de principiante que nos dias que correm dava para Top 5, quem diria heim!
Dicas:
Nunca esquecer: O difícil não é a maratona, o difícil é treinar para ela.
A recuperação é mais importante que o treino.
Ou seja: A maratona não custa desde que estejamos bem preparados. Desde que tenhamos uma ideia muito próxima e real do que valemos, saibamos encontrar o nosso ritmo de passada óptimo, em termos de economia de esforço. Não sejamos demasiado ambiciosos, mesmo depois de muita experiência. Tenhamos cuidado com a hidratação, antes e durante a prova. É também muito importante: Escolher um bom sapato e equipamento.
Por fim, não descurar a recuperação pós prova. Uma semana de pouco treino e um mês sem competir.
Agora coragem e boa sorte.
Agora estou a recuperar...
A minha já longa carreira, teve agora um precalço. Tive de ser intervencionado ao joelho esquerdo, a uma lesão que ao longo do tempo se tornou impeditiva da prática regular de corrida.
A minha esperança é que possa voltar às lides e daí ter-me sujeitado a esta operação. As coisas estão a correr bem, mas temos que ter calma, porque ainda só decorreu mês e meio.
Um dia se quiserem mais detalhes eu edito as minhas angústias e momentos de algum desânimo...
Um abraço e até já!
A minha esperança é que possa voltar às lides e daí ter-me sujeitado a esta operação. As coisas estão a correr bem, mas temos que ter calma, porque ainda só decorreu mês e meio.
Um dia se quiserem mais detalhes eu edito as minhas angústias e momentos de algum desânimo...
Um abraço e até já!
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Participação no GEO-RAID
A próxima aventura vai ser o Geo-raid. Vamos ter pela frente 160 kms de BTT com 6000 mts de subida acumulada, divididos por 2 dias. A equipa é constituída por 2 elementos que têm de progredir em conjunto. Tenho como parceiro o meu amigo David Vaz. Mais informações http://www.geo-raid.com/
Subscrever:
Mensagens (Atom)